30/05/2024

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Primeiro pouso a bordo de um drone em um porta-aviões britânico

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O drone W Autonomous Systems (WAS) pousou pela primeira vez no convoo do HMS Prince of Wales, que secencontrava ao largo da costa da Cornualha, entregou suprimentos e depois voou de volta em um voo marcante que aponta o caminho para o futuro da aviação naval. É um passo vital no caminho para operar aeronaves […]

O drone W Autonomous Systems (WAS) pousou pela primeira vez no convoo do HMS Prince of Wales, que secencontrava ao largo da costa da Cornualha, entregou suprimentos e depois voou de volta em um voo marcante que aponta o caminho para o futuro da aviação naval.

É um passo vital no caminho para operar aeronaves sem tripulação com segurança ao lado dos caças F-35 Lightning e dos helicópteros Merlin e Wildcat, que atualmente são a espinha dorsal do Fleet Air Arm.

O objetivo é implantar drones com um Carrier Strike Group do Reino Unido no futuro, utilizando-os para transferir provisões e suprimentos, como correio ou peças sobressalentes entre navios, sem a necessidade de empregar os helicópteros.

Os drones são mais baratos de operar, eliminam qualquer risco potencial para a tripulação, como em caso de mau tempo, e mantêm o Merlin e Wildcat livres para missões operacionais, como a caça a submarinos hostis ou navios de superfície que são ameaças ao grupo de ataque do porta-aviões.

A Royal Navy uniu forças com a W Autonomous Systems, com sede em Southampton, uma empresa britânica que está desenvolvendo drones autônomos de longo alcance e de carga pesada para defesa.

Os drones incorporam um sistema de piloto automático inovador, eliminando a necessidade de serem controlados remotamente por pilotos treinados, e são projetados para operar nos ambientes mais desafiadores.

Sua aeronave bimotor HCMC, de liga leve e lança dupla, é capaz de transportar uma carga útil de 100 kg por até 1.000 quilômetros (620 milhas). Crucialmente, ele pode pousar em terreno irregular e precisa de uma pista de apenas 150 metros de comprimento, um pouco mais da metade do comprimento dos porta-aviões da classe Queen Elizabeth do Reino Unido, para pousar ou decolar.

Após extensos preparativos em terra pela equipe combinada de testes RN e WAS, e obtendo as autorizações da Autoridade de Aviação Civil, o drone HCMC decolou de Predannack, o campo de aviação da RNAS Culdrose, e após um voo de cerca de 20 minutos, pousou em segurança no convoo do HMS Prince of Wales.

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