28/05/2024

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Alberto Fernández: “Sem ordem econômico, não há progresso”.

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O novo presidente fez a transferência com Mauricio Macri, chamou uma “união latina” e enfatizou o pagamento da dívida.

Depois do meio dia argentino, a temperatura foi de 32 graus. Dentro do Congreso, a sensação térmica parecia subir às nuvens enquanto o país estava prestes a viver outro momento histórico: o peronismo voltou ao poder e terminou a 4 anos de macrismo. A Câmara dos Deputados foi o sector indicado para o júri e a nomeação do novo governo, liderado por Alberto Fernández na presidência e Cristina Fernández de Kirchner na vice-presidência. Com uma forte mensagem, o ex conselheiro de Néstor Kirchner cumprimentou os presentes e todo o povo argentino e mostrou toda sua força para fazer seu primeiro discurso como chefe de Estado.

Com a presença do vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, o principal representante oficial falou sobre a importância de fortalecer o relacionamento entre as duas potências do cone sul, tendência que também estava sendo sustentada por seu colega Jair Bolsonaro.

Fuente: radiomitre.cienradios.com

Aquí deixamos as frases mais ressonantes do discurso de Alberto Fernández

“Protegeremos os setores mais vulneráveis da sociedade”.

“Sem ordem econômico, não há progresso”.

“O Macrismo deixou o país em uma situação de eventual inadimplência”.

“Enfrentaremos o pagamento da dívida externa”.

“Para poder pagar, devemos primeiro crescer”.

“Continuamos apostando em uma América Latina unida”.

“Defenderemos os direitos de soberania sobre as ilhas Malvinas e a Antártida argentina, bem como seus recursos, porque le pertencem a todos os argentinos”.

“Sem justiça independente, não há democracia”.

“Trabalharemos para erradicar a violência contra as mulheres”.

Alberto Fernández também sintetizou em números as perspectivas econômico que deve enfrentar, ressaltando que a inflação atual excede %50 ao ano e é a mais alta dos últimos 28 anos. A alta taxa de desemprego, o problema do dólar,a pobreza (4 em cada 10 argentinos é pobre), o PIB per capita (o menor em 10 anos) e a crise industrial são problemáticas que parecem não ter solução a curto prazo, mas eles precisam urgentemente de um plano de ação.

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